Trafego pago x orgânico: qual é o melhor resultado para o imobiliário

Trafego pago x orgânico para imobiliária

Vivemos em uma época conhecida como a "era digital". Seja qual for o segmento, o comportamento de consumo mudou e, atualmente, o público tem, na palma da mão — até literalmente, por meio de tablets e de smartphones —, acesso a uma infinidade de possibilidades.

Nesse sentido, a manutenção de uma boa presença digital se tornou mais do que uma mera vantagem competitiva, mas uma necessidade para aqueles que desejam preservar a operabilidade no mercado. As formas de trabalhá-la são as mais diversas.

Neste artigo, o nosso intuito é abordar as principais distinções entre tráfego pago e orgânico em se tratando do setor imobiliário. Continue a leitura para compreender os aspectos mais marcantes inerentes a cada conceito!

O que é o tráfego pago?

Também conhecido como "tráfego patrocinado", como o próprio nome já revela, trata-se dos acessos dos visitantes que chegaram, por exemplo, ao site institucional da imobiliária por meio da aquisição de exibição. Ou seja, houve um pagamento para que tais usuários chegassem até a página da empresa.

Geralmente, eles são atraídos por anúncios que contenham as palavras-chave selecionadas por você e só há a necessidade de custeio quando há cliques. Nesse caso, para manter a taxa de tráfego constante, é fundamental ter sempre anúncios ativos e, é claro, adequados às mídias sociais nas quais serão divulgados.

O que é o tráfego orgânico?

A característica mais marcante do tráfego orgânico é a inexistência de custos diretos. Nesse formato, os acessos dos visitantes acontecem espontaneamente, de forma natural.

Imagine, por exemplo, que um usuário vem pesquisando na internet sobre apartamentos de dois quartos na Zona Norte do Rio de Janeiro. Em razão dos termos utilizados na busca, ele acaba por encontrar a sua página — na seção de imóveis disponíveis nessa localidade — em meio aos resultados retornados pelo buscador, sem que se trate de um link de campanha paga.

Quais são as principais diferenças entre tráfego pago e orgânico?

No momento de decidir investir em uma estratégia de marketing digital com foco para o tráfego orgânico ou para o pago, alguns elementos essenciais precisam ser levados em consideração, como:

  • o seu propósito;

  • os recursos disponíveis;

  • o custo-benefício;

  • a urgência em relação à obtenção de resultados.

Para que seja viável comparar ambos os formatos com base nesses elementos, elencaremos, a seguir, as vantagens e as desvantagens de cada um. Entretanto, antes disso, é válido dizer que os dois tipos de tráfego se complementam. Então, se a imobiliária dispuser de meios de investir tanto no pago quanto no orgânico, certamente resultados melhores serão alcançados.

As vantagens e as desvantagens de cada um

Em se tratando do primeiro ponto — o seu propósito —, é importante destacar que, entre tráfego pago e orgânico, se o objetivo envolver a geração de leads qualificados (que são aqueles que realmente cogitam se tornar clientes do seu estabelecimento), os anúncios podem tornar a concretização mais fácil. A razão para tanto é que, além de aparecerem nas primeiras posições dos buscadores, usualmente, eles trazem respostas a questionamentos específicos dos usuários.

Por outro lado, se o seu intuito for construir uma autoridade de marca maior para a imobiliária, uma opção mais interessante pode ser o tráfego orgânico, que tem o potencial de gerar esse efeito em longo prazo. O que acontece é que esse formato é baseado, principalmente, na estratégia de elaboração de conteúdos.

Ou seja, a imobiliária publica materiais que auxiliam os prospects a sanarem eventuais dúvidas e/ou resolverem um problema. Assim, é passada a imagem de que o estabelecimento não apenas tem know-how naquilo que faz e conhece a fundo o nicho no qual está inserido, mas também — e até mais relevante — que se preocupa em ajudar a audiência.

Em relação aos recursos disponíveis, vale a pena reforçar que, mesmo no tráfego pago, não há necessidade de altos investimentos, embora haja uma variação nos valores de acordo com a plataforma escolhida. Via de regra, são dois os tipos comuns de cobrança:

  • o custo por clique (CPC), em que o anunciante apenas pagará quando houver um clique no anúncio por parte do usuário;

  • o custo por mil impressões (CPM), em que o anunciante pagará quanto o anúncio for exibido mil vezes nas buscas dos usuários.

O tráfego orgânico, embora não envolva anúncios, para que seja bem-feito, demanda também algum investimento. Isso porque existe, por trás, todo um custo voltado à geração de leads, o que envolve, por exemplo, a admissão (ou o custeio da terceirização do serviço) de profissionais que tenham qualificação em produção de conteúdo, SEO e otimização de páginas.

Além disso, se você optar por utilizar ferramentas que auxiliem na otimização e na automatização de algumas fases do processo, isso implicará gastos. Ou seja, mesmo que indiretamente, o tráfego orgânico não deixa de gerar reflexos no fluxo de caixa.

Já no que diz respeito à urgência em relação à obtenção de resultados, é importante pontuar que o tráfego pago, geralmente, tem um retorno rápido. Afinal, em razão de as campanhas serem pagas, a tendência é de que as ferramentas acelerem a exibição dos anúncios. No sentido oposto, o tráfego orgânico já apresenta um tempo de resposta inferior, pois, a partir do momento em que o trabalho de SEO é iniciado, os resultados podem levar de vários dias a meses para serem notados.

Por último, o custo-benefício — propositalmente deixado para o final. Como dito, ambas as estratégias são complementares e inexiste uma "fórmula mágica". Portanto, se possível, opte por investir nos dois tipos. Contudo, se por qualquer razão (como questões orçamentárias), não for viável fazê-lo no momento, a escolha entre um e outro dependerá diretamente das suas possibilidades e das suas expectativas diante de tudo que foi exposto até aqui.

Qual é a importância de investir em tráfego no setor imobiliário?

A grande verdade é que, hoje em dia, independentemente do ramo de atividade, se o negócio não está presente no universo digital, ele se torna "invisível". Nesse contexto, conhecer e investir em tráfego — seja pago, seja orgânico — é indispensável para traçar uma estratégia de marketing digital que verdadeiramente traga resultados. E como cada um serve a propósitos distintos e atendem a diferentes demandas, o ideal é não ter de escolher entre um e outro.

Portanto, em se tratando de tráfego pago e orgânico, o que se faz realmente necessário é elaborar uma ação em prol de aperfeiçoar o SEO e, em simultâneo, buscar ganhar mais visibilidade em um intervalo de tempo menor. Então, se você ainda não investe em marketing digital para promover a sua imobiliária, a partir de hoje, analise os seus objetivos, o orçamento disponível e o comportamento do público que você deseja atingir e desfrute das vantagens de manter uma presença digital bem trabalhada.

E então? Este post foi útil? Você já utiliza alguma das estratégias de tráfego mencionadas? Deixe o seu relato nos comentários!

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